A 11.ª edição da Noite Branca de Gondomar, realizada entre a tarde de sábado e a madrugada deste domingo, 6 de setembro, gerou um impacto económico direto estimado em 6,8 milhões de euros no concelho. O valor decorre da despesa efetuada pelos participantes e consta do Estudo de Públicos e de Impacto Económico da Noite Branca de Gondomar 2026, elaborado pelo Centro de Investigação em Ciências Empresariais e Turismo da Fundação Consuelo Vieira da Costa (CICET-FCVC) e pelo ISAG – European Business School.
Segundo os dados divulgados pelo município, o evento atraiu cerca de 200 mil pessoas entre as 19h00 e as 03h00, envolvendo mais de uma centena de associações e mais de duas centenas de estabelecimentos do comércio local.
Programação cultural e perfil do público
Ao longo de oito horas de programação, dez palcos instalados no centro urbano acolheram cerca de 90 momentos performativos e 65 artistas, entre os quais Wet Bed Gang, D.A.M.A, Dealema com Bezegol e Manel Cruz, e Buba Espinho.
Com base em 509 inquéritos válidos recolhidos durante o evento (com um nível de confiança de 95% e margem de erro de 5%), o estudo indica que 58,5% dos visitantes já tinham frequentado edições anteriores, enquanto 41,5% participaram pela primeira vez. A esmagadora maioria dos auscultados (88,8%) considerou que a iniciativa valoriza a imagem do concelho.
Em reação aos resultados, o presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Luís Filipe Araújo, sublinhou a capacidade de mobilização da iniciativa e o seu papel na dinamização do comércio local, do associativismo e da comunidade.
Imagem de destaque: CM de Gondomar.