A Polícia de Segurança Pública (PSP) efetuou 575 detenções e registou 3 914 infrações rodoviárias em todo o território nacional, entre os dias 25 e 31 de julho. No mesmo período, a sinistralidade rodoviária provocou uma vítima mortal e 395 feridos em resultado de 1 035 acidentes de viação.

Sinistralidade e fiscalização rodoviária

De acordo com os dados provisórios divulgados pela PSP, dos 395 feridos registados nas estradas portuguesas durante esta semana, 23 foram considerados feridos graves e 372 sofreram ferimentos leves.

No âmbito da prevenção e fiscalização rodoviária, as autoridades realizaram 315 ações que culminaram na elaboração de 3 914 autos de contraordenação. Durante as operações, foram fiscalizados 11 061 condutores e controladas 13 079 viaturas por radar.

Entre as principais infrações detetadas destacam-se a falta de inspeção periódica obrigatória (432), o excesso de velocidade (283), a falta de seguro de responsabilidade civil (177) e o uso do telemóvel durante a condução (129). Foram ainda multados 105 automobilistas por condução sob a influência do álcool e 46 pela não utilização do cinto de segurança.

Criminalidade geral e apreensões

No campo criminal, mais da metade das 575 detenções (291) deveu-se a crimes rodoviários, com destaque para a falta de habilitação legal para conduzir (131) e a condução em estado de embriaguez (110).

A PSP deteve ainda 66 suspeitos por tráfico de estupefacientes (apreendendo 11 953 doses individuais de droga), 37 por furtos, roubos e burlas e 14 por violência doméstica, crime para o qual foram registadas 262 ocorrências. Foram também efetuadas 21 detenções por posse de arma proibida, tendo as autoridades apreendido um total de 24 armas de fogo, 45 armas brancas, 36 outras armas e 570 munições.

Perante os números, a força de segurança reforça o apelo a todos os utilizadores da via pública para adotarem uma condução segura e preventiva, sem distrações e livre do efeito do álcool. A PSP sublinha ainda a importância de a população denunciar qualquer crime com a maior celeridade possível, permitindo o avanço rápido das diligências de investigação e a identificação dos autores.