O Plano Municipal de Execução 2026 integra 14 projetos e aposta numa estratégia integrada de proteção do território, combinando ações de limpeza e gestão de terrenos, sensibilização da população, melhoria das infraestruturas florestais e reforço da capacidade de resposta em situações de incêndio.
A maior fatia do investimento, superior a 473 mil euros, será aplicada na gestão da rede secundária de faixas de combustível, considerada uma das principais medidas para reduzir o risco de propagação de incêndios junto de estradas, infraestruturas e zonas habitadas.
O plano prevê ainda mais de 116 mil euros para a beneficiação da rede viária florestal e para a manutenção de pontos de água estratégicos de apoio ao combate aos incêndios.
Entre as medidas previstas está também o reforço da proteção das aldeias e aglomerados populacionais através do projeto “Condomínio de Aldeia”, focado na gestão de combustível em zonas habitadas.
O vereador José Manuel Carvalho sublinhou que o plano representa “um investimento estratégico” e um esforço conjunto de várias entidades na proteção do território e das populações.
A estratégia inclui ainda ações de sensibilização para a realização segura de queimas e queimadas, bem como a implementação do sistema BUPi para reforçar o conhecimento e a gestão do território.
O documento foi aprovado pela Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais, composta por representantes da Câmara Municipal, juntas de freguesia, ICNF, bombeiros, GNR e outras entidades locais.