Acabou por ruir a casa que estava em risco junto ao nó de saída da A7, em Arco de Baúlhe, Cabeceiras de Basto. A causa deve-se ao deslizamento de terras na encosta junto à autoestrada e já levou ao encerramento da ecopista e está a condicionar a circulação rodoviária.
O movimento de massas no talude de suporte do nó de saída da A7 no Arco de Baúlhe levou a Comissão Municipal de Proteção Civil a declarar a situação de alerta e a ativar o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, disse o Presidente da Câmara de Cabeceiras de Basto à Lusa.

Os donos da habitação já tinham sido retirados há vários dias. Encontram-se alojados numa habitação camarária e estão a ter o apoio e a ajuda necessária.
Manuel Teixeira referiu que a Ascendi, gestora de autoestradas e proprietária dos terrenos em causa, está a trabalhar a par com o município na ajuda ao casal afetado.
A ecopista do Tâmega encontra-se encerrada por questões de segurança. O Município apela à população para que não utilize a ecopista.
Há também condicionamentos na circulação rodoviária junto ao ramo de saída desta autoestrada, no Arco de Baúlhe.

Já a Igreja Matriz de São Martinho do Arco de Baúlhe permanece fechada aos fiéis por tempo indeterminado, por haver risco iminente de derrocada do muro de suporte do adro. Segundo Manuel Teixeira, a situação está, neste momento, “estável”, mas pode vir a agravar-se.