A campanha de segurança rodoviária “Viaje sem Pressa“, que terminou esta segunda-feira, resultou na deteção de mais de 19.000 infrações. Segundo o balanço divulgado esta terça-feira pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pela Polícia de Segurança Pública (PSP), entre as irregularidades registadas destacam-se a condução sob o efeito do álcool e a utilização indevida do telemóvel.
Ao longo da operação, as autoridades fiscalizaram — presencialmente e através de radar — um total de 47.099 veículos nos distritos de Aveiro, Faro e Lisboa. Foram ainda reportadas infrações associadas à não utilização de dispositivos de segurança e a falhas nas condições técnicas dos veículos.
Paralelamente à fiscalização, a iniciativa de sensibilização abrangeu 500 condutores e passageiros. O objetivo passou por alertar para os riscos da velocidade excessiva ou inadequada, promovendo uma condução mais segura. Foram transmitidas mensagens focadas na necessidade de adequar a velocidade às condições da via, do trânsito e meteorológicas, no respeito pelos limites legais, na manutenção da distância de segurança e no evitamento de comportamentos agressivos ou manobras perigosas.
Sinistralidade rodoviária com dez vítimas mortais
Durante o período em que decorreu a campanha, registaram-se 2.664 acidentes a nível nacional (continente e regiões autónomas), que provocaram:
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10 vítimas mortais;
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71 feridos graves;
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845 feridos ligeiros.
Na comparação com o período homólogo de 2025, os dados revelam uma evolução mista na sinistralidade. Verificaram-se menos 13 acidentes e menos 54 feridos ligeiros, mas registou-se um agravamento nos danos pessoais graves, com mais uma vítima mortal e mais 15 feridos graves contabilizados pelas autoridades.