A cantora, compositora e atriz norte-americana Dolly Parton morreu esta terça-feira, 25 de agosto, aos 80 anos. A notícia foi confirmada pelo seu sobrinho Brian Seaver, em nome da família, através de um vídeo divulgado nas redes sociais.
Apelidada de “Rainha da Country”, a artista notabilizou-se por uma narrativa vívida e força melódica que a transformaram numa das figuras mais acarinhadas da cultura popular mundial. Do seu catálogo de centenas de temas constam clássicos como “Jolene” e “I Will Always Love You” (escritos no mesmo dia), bem como o êxito “9 to 5”, com o qual atingiu o topo das tabelas pop nos Estados Unidos em 1980.
Uma carreira de recordes e alcance humanitário
Com o primeiro disco de estúdio lançado em 1967 (“Hello, I’m Dolly”), a intérprete construiu um percurso de quase seis décadas e um pecúlio de 50 álbuns gravados, acumulando números e distinções de relevo no panorama musical:
-
25 ‘singles’ no 1.º lugar da tabela ‘country’ dos Estados Unidos;
-
47 álbuns no ‘top 10’ do mesmo género musical;
-
Galardões de topo: 11 prémios Grammy, três prémios Emmy, um Tony e um Óscar honorário humanitário.
Além da carreira musical e do percurso na representação, que lhe rendeu duas nomeações para os Globos de Ouro, Parton distinguiu-se também pelo trabalho de promoção da leitura. Através do seu programa “Imagination Library”, a artista promoveu a doação de mais de 150 milhões de livros a crianças em diversos países.
Imagem de destaque: Facebook de Dolly Parton