Foram 39 os bombeiros de Cête, Paredes, que entregaram nesta Quinta-Feira à noite, os capacetes como forma de protesto e pediram a passagem ao quadro de reserva.
Os mesmos defendem que o socorro à população fica em perigo devido a esta situação, mas garantem que só voltam ao serviço depois da demissão do actual comandante José Luís Silva assim como da direção da associação humanitária.
Os 39 bombeiros, já o tinham feito há cerca de 15 dias, mas voltaram na altura atrás com a esprança de verem as suas reivindicações atendidas.
Apesar do protesto, o comandante, José Luis Silva, afirma que lhe parece ser sede de poder, e que toda a direcção está unida e tem como objectivo continuaram no cargo até o Fim do Ano.
Este bombeiros têm como base de protesto vários problemas que têm afetado a corporação ao longo dos últimos anos.
Afirmam ainda que outro dos motivos é a ausência do comandante operações entre outros motivos.
Acusam ainda o comandante de alterar notas de avaliação de estagiários, de manter elementos na escala que não prestam serviço há oito anos e de permitir que o quartel tenha apenas um elemento de serviço durante toda a noite. “A média do tempo de resposta a chamadas de emergência é de 15 minutos”, asseguram.
Já no que diz respeito à direção da associação humanitária, os bombeiros demissionários frisam a falta de transparência das contas, sobretudo por não serem revelados os valores angariados em eventos realizados pelos voluntários. Dizem ainda que há diretores a conduzir veículos operacionais, outros a dar ordens ao comando e de todos terem, com o beneplácito do comandante, “fechado numa sala alimentos dados pela população, enquanto os bombeiros passavam fome e sede” durante o combate aos fogos do último verão.
Leia mais: 39 bombeiros de Cete não voltam ao serviço em protesto http://www.jn.pt/local/noticias/porto/paredes/interior/39-bombeiros-de-cete-nao-voltam-ao-servico-em-protesto-5617446.html#ixzz4WIe5PrYC
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